sem título

 

Livros são como cidades. Gosto de ir até eles, observar a paisagem, perceber o que ela me causa, sentir o lugar, conhecer as pessoas. E voltar. Às vezes é possível passar longas temporadas e me aprofundar. Mas muitas outras são fins de semana, bate e volta, mas sempre com sensações e aprendizagens que moram no vai e vem da lembrança.Minhas estantes são o mapa-múndi, com suas fronteiras e agrupamentos culturais. Quando cai a noite, vou ali visitar um lugar novo. E aprendo algo sobre o mundo inteiro.

 

 

 

 

 

M18M: Por quais mares já navegou?

 

Amanda Barral: A poesia é meu mar mais frequente. Distraidamente escrevo. Ando mergulhando na fotografia e surfando nas artes visuais. E há um certo tempo remo na educação popular e nos rios da sustentabilidade e nos projetos colaborativos.

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

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